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Edição 19 | Junho de 2018
Temos a dupla missão de refletir sobre a fragmentação noticiosa no meio digital e de criar ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo confiável e de qualidade na internet. 

Nosso consórcio de mídia: AbrajiAgência Lupa, Agência Mural, ÉpocaFolha de S. Paulo, Gazeta do PovoJornal da Cidade, Jornal do CommercioJornal de JundiaíNexo JornalNova EscolaO Estado de S. PauloO Globo, O PovoPiauíPoder 360UOL, Valor Econômico e Zero Hora.

O que há de novo


Jornal do Commercio adere ao Credibilidade

Com a adesão do Jornal do Commercio, do Recife, o projeto soma 18 veículos de mídia associados. Veículo líder na imprensa pernambucana, o JC tem se destacado na cobertura de temas de interesse público, tal como na publicação do dossiê #UmaPorUma. Lançado em janeiro, conta a história dos assassinatos femininos em Pernambuco. Segundo o jornal, "uma por uma, vamos contar todas. Mapear onde as mataram, as motivações do crime, acompanhar a investigação e cobrar a punição dos culpados." O projeto visa "entender como e por que aquelas mulheres chegaram até ali. Para ajudar a prevenir e, principalmente, salvar vidas."
 
Design day – Sally Lehrman responde perguntas do consórcio de mídia

Durante o evento, numa sessão de vídeo previamente gravada, a diretora do Trust Project, Sally Lehrman, responderá perguntas enviadas pelos veículos brasileiros. A ser realizado na Folha de S. Paulo, no dia 26, o design day deve contar com a presença de 26 jornalistas e designers de onze veículos associados. A agenda de design é focada no desenvolvimento de protótipos de interface para os indicadores de Melhores Práticas, Autor/Produtor e Tipo de Matéria. 



 Aos Fatos decide deixar o Credibilidade

Conforme solicitação de Tai Nalon, diretora da plataforma Aos Fatos, comunicamos e lamentamos seu desligamento do consórcio de mídia do Projeto Credibilidade, efetivado no dia 26 de maio. A decisão de Aos Fatos ocorreu na sequência dos ataques que sofreu em redes sociais por seu trabalho de checagem na plataforma do Facebook. Os ataques se intensificaram após a publicação de colunas de blogueiros do jornal Gazeta do Povo, associado ao projeto. Aos Fatos se recusou a permanecer no consórcio de mídia juntamente com a Gazeta.

Em linha com sua missão, em maio o Projeto Credibilidade solicitou esclarecimentos à direção do jornal. Em suas respostas, o diretor de redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, condenou os ataques sofridos por Aos Fatos e pela Agência Lupa, que também integra o Credibilidade, e reafirmou o compromisso do jornal com a checagem de fatos e sua disposição de adotar indicadores de credibilidade.

Para o Credibilidade, o caso apresenta uma oportunidade para que a Gazeta aprimore seus padrões editoriais através da adoção de nossos sistema de indicadores. A respostas de Mendes Júnior e a posição do Credibilidade sobre o caso foram publicadas na edição de maio de nossa newsletter.

The Trust Project

 
Reprodução do Twitter

Evento em Stanford foca na reconstrução da confiança da mídia digital

No último dia 11, Sally Lehrman participou do evento Construindo Democracia, Credibilidade e Direitos Humanos através do Design promovido pela Incubadora Global de Política Digital da Universidade Stanford. Durante o painel dedicado à informação digital, ela disse que "quando se trata de informação confiável, é importante compreender que o jornalismo é a informação destinada a servir o interesse público, e que as organizações noticiosas são fóruns que fornecem contexto para essa informação."

ESTANTE VIRTUAL


Datafolha indica queda anual na credibilidade da imprensa

Reprodução da pesquisa Datafolha sobre confiança nas instituições

Publicada no dia 8 de junho, a pesquisa do instituto de pesquisas Datafolha, realizada simultaneamente com o levantamento sobre intenções de voto para a Presidência da República, revela um aumento de nove pontos percentuais (de 28% para 37%) entre os que dizem não confiar na imprensa, em relação à pesquisa realizada em junho de 2017. No mesmo período, o Datafolha também identificou uma queda de seis pontos percentuais (de 22% para 16%) entre os que dizem confiar muito na imprensa. O nível dos que dizem confiar um pouco na imprensa também caiu quatro pontos percentuais no período (de 49% para 45%).

Segundo o Datafolha, dentre as dez instituições avaliadas, "três relacionadas ao universo da representação política lideram empatadas como as menos confiáveis do país. Sete em cada dez (68%) declararam não ter confiança nos partidos políticos, 67% declararam não ter confiança no Congresso Nacional (o índice mais alto da série histórica), e 64%, na Presidência da República. 

Ainda segundo o Datafolha, "em contrapartida, as Forças Armadas foram avaliadas como a instituição mais confiável. Nove em cada dez (78%) declararam confiar nas Forças Armadas, desses, 37% têm muita confiança e 41% têm um pouco, e 20% declararam não ter confiança nelas.

No bloco intermediário aparecem: Justiça Eleitoral (16% confiam muito, 42% confiam um pouco e 41% não confiam), Supremo Tribunal Federal (14% confiam muito, 43% um pouco e 39% não confiam), imprensa (16% confiam muito, 45% confiam um pouco e 37% não confiam), grandes empresas nacionais (15% confiam muito, 49% confiam um pouco e 33% não confiam), Poder Judiciário (19% confiam muito, 48% confiam um pouco e 31% não confiam) e Ministério Público (20% confiam muito, 48% confiam um pouco e 30% não confiam)."
 



Edelman: Consumidores cobram ação de marcas contra desinformação digital
 

Reprodução do Trust Barometer 2018 Special Report - Brands and Social Media
 

O Brasil é um dos nove países pesquisados pela agência de relações públicas e comunicações Edelman para o Barômetro de Confiança 2018 - Relatório Especial sobre Marcas e Mídia Social. Publicada no dia 18, a pesquisa que ouviu nove mil consumidores revela que a maioria (70% do entrevistados) deseja que as marcas corporativas pressionem as plataformas de mídia social para combater o compartilhamento das chamadas "notícias falsas."

O mesmo tipo de cobrança sobre as marcas se revela para a guarda mais efetiva de dados pessoais (71%) e para a proteção contra conteúdo ofensivo (68%). Segundo a Edelman, "os consumidores esperam que as marcas tenham valores, e não apenas uma proposição de valor. Isso significa que os consumidores querem que as marcas ajam para aprimorar as mídias sociais porque o poder dos anunciantes é maior do que o do indivíduo."

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