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Edição 15 | Fevereiro de 2018
Temos a dupla missão de refletir sobre a fragmentação noticiosa no meio digital e de criar ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo confiável e de qualidade na internet. 

Nosso consórcio de mídia: AbrajiAgência LupaAos FatosFolha de S. Paulo, Gazeta do PovoJornal da CidadeJornal de JundiaíNexo JornalNova EscolaO Estado de S. PauloO Globo, O PovoPiauíPoder 360UOL, Valor Econômico e Zero Hora.

O que há de novo


Projor e Instituto Palavra Aberta fecham parceria sobre educação midiática

A partir da expertise desenvolvida com o Credibilidade desde 2016, iremos contribuir com o Palavra Aberta na educação do público para a identificação de conteúdo jornalístico qualificado e a distinção entre notícia factual, opinião e conteúdo patrocinado e demais formas de publicidade. Dessa forma, iremos também combater a desinformação (as chamadas "notícias falsas"), informando os usuários sobre as várias formas de distorção maliciosa do conteúdo jornalístico.

Segundo Patrícia Blanco, presidente-executiva do Palavra Aberta, a parceria visa também "o desenvolvimento do senso crítico do leitor, pré-requisito decisivo para o acesso igualitário à informação livre, independente e plural."

A primeira atividade conjunta será um seminário sobre o tema, a ser realizado conjuntamente com a ESPM no dia 8 de março das 13h30 às 18h no auditório da escola, na rua Álvaro Alvim, 123 (Vila Mariana), em São Paulo.
 

Os indicadores de audiência do Manual da Credibilidade:

De 27 de dezembro a 19 fevereiro, a publicação atingiu:
  • 1.082 acessos
  • 757 usuários únicos
  • 2.200 páginas vistas
Destinado a um vasto público – de jornalistas profissionais a professores e estudantes de jornalismo – o Manual também foi concebido para todos que se interessam pelo jornalismo que cobre questões de interesse público. Entre outros temas, aborda o fenômeno e a história da desinformação, a ligação umbilical entre jornalismo e democracia e o sistema de indicadores do Projeto Credibilidade/The Trust Project.
 

Criamos uma seção de respostas a perguntas frequentes sobre o Credibilidade em nosso site:

As respostas visam esclarecer questões relativas à nossa missão, processo de trabalho e critérios para filiação ao nosso consórcio de mídia.

Exemplo: Nosso compromisso com a transparência e pluralidade

Em longo prazo, visamos que o sistema de indicadores, que chamamos também de "dados nutricionais da notícia" torne-se um modelo para a imprensa brasileira em geral, independentemente do tamanho ou orientação ideológica do veículo. A propósito, acreditamos que o nosso sistema de indicadores também possa ser adotado pelos chamados jornalistas cidadãos e jornalistas ativistas.

The Trust Project

 
 
Reprodução do Twitter @JSK Stanford

Sally Lehrman e Subbu Vincent apresentam projeto a bolsistas JSK/Stanford

A diretora do Trust Project, Sally Lehrman, e o gerente do projeto, Subbu Vicent, ambos ex-bolsistas do programa John S. Knight da Universidade Stanford, fizeram uma apresentação sobre o projeto aos atuais alunos no dia 29 de janeiro. A palestra focou no sistema de indicadores de credibilidade, que cria padrões de transparência para ajudar usuários de notícias a avaliar a qualidade e confiança do jornalismo no meio digital.

O projeto também foi mencionado num artigo de Matthew Ingram para a revista Columbia Journalism Review como uma iniciativa relevante para combater a crescente desconfiança do público americano no jornalismo. Diz Ingram: "você pode automatizar a confiança? O Trust Project é um consórcio internacional de organizações de notícias – incluindo o Google e o Facebook – liderado pela jornalista Sally Lehrman e sediado no Centro Markkula de Ética Aplicada da Universidade Santa Clara. Uma das iniciativas mais recentes do projeto foi o desenvolvimento de "indicadores de credibilidade" que vários meios de comunicação concordaram em adicionar às suas publicações. Google, Facebook e Twitter também concordaram em usá-los."

ESTANTE VIRTUAL

 


Folha lança 5ª edição do Manual de Redação

Resultado de um trabalho de mais de dois anos, o novo Manual de Redação da Folha representa um avanço significativo do jornal em termos de definição de protocolos jornalísticos e de transparência sobre sua produção editorial. Destacamos seções do manual, como sua carta de princípios editoriais, afinados com o indicador de credibilidade "melhores práticas." A Folha se compromete com doze princípios, tais como: "1. Confirmar a veracidade de toda a notícia antes de publicá-la; 2. Praticar um jornalismo que ofereça resumo criterioso e atualizado do que acontece de mais relevante em São Paulo, no Brasil e no mundo, com ênfase na obtenção de informações exclusivas; 3. Priorizar temas que, por afetarem a vida da coletividade ou de parcelas expressivas da população, sejam consideradas de interesse público."

Destacamos também o capítulo sobre conduta, que contempla questões como conflitos de interesse, admissão e correção de erros e relacionamento com fontes. "O maior patrimônio do jornalismo é a credibilidade. Um patrimônio construído não só pela aplicação rigorosa da boa técnica, cujas diretrizes são descritas no capítulo Prática, mas também pela atuação íntegra, na essência e na aparência, de cada um de seus profissionais," diz o manual.
 

NYT: Brasil quer combater notícias falsas antes de eleição amarga
 

A matéria de Ernesto Lodoño, correspondente do jornal no Rio de Janeiro, cita o presidente do TSE, Luiz Fux,  para quem "é necessário considerar qual destes dois princípios [liberdade de expressão e princípio democrático] deve ser sacrificado em nome de uma eleição que seja neutra e não contaminada por notícias enganosas." Além dos esforços do TSE e da Polícia Federal, o jornal menciona iniciativas de empresas tecnológicas, como Facebook e Google, para tentar combater a disseminação de conteúdo fraudulento durante a campanha eleitoral. Reporta também sobre projetos de lei, como o PL 6812/17, de deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), que propõe a prisão, por até dois anos, de quem produzir ou disseminar "notícias falsas." 
 

Guardian: Como podemos regular nosso selvagem mercado de notícias instantâneas? 

Diretora do Centro Tow para Jornalismo Digital da escola de jornalismo da Universidade Columbia e colunista do Guardian, Emily Bell defende a criação de parâmetros editoriais claros para a cobertura de fatos como o recente assassinato de estudantes numa escola pública da Flórida, que gerou imagens sangrentas distribuídas massivamente via redes sociais, como Facebook e Instagram. Ela também destaca o uso das mesmas plataformas por 13 russos indiciados pelo governo americano por veicular informações falsas durante a campanha presidencial de 2016.

Diz Bell: "Veículos noticiosos e de mídia têm um desafio similar de compreender como eles podem – ou deveriam – reportar sobre um mundo em que nos aproximamos tanto da possibilidade de uma vigilância completa quanto da contínua manipulação da informação." Bell menciona um recente seminário promovido pela Universidade Santa Clara, que sedia o Trust Project, sobre os desafios de moderação de conteúdo por empresas tecnológicas. E cita Irina Raicu, diretora do programa de ética para internet do Centro Markkula da universidade: "Fazer isso bem [moderar conteúdo], de forma consistente, na escala em que algumas dessas plataformas operam, é uma tarefa gigantesca. É totalmente impossível? E, em caso afirmativo, devemos aceitar a ideia de canais ingovernáveis ​​que permitam a distribuição e ampliação instantânea de informações ao redor do mundo?"

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