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Edição 27 | Fevereiro de 2019
Temos a dupla missão de refletir sobre a fragmentação noticiosa no meio digital e de criar ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo confiável e de qualidade na internet. 

Nosso consórcio de mídia: AbrajiAgência Lupa, Agência Mural, ÉpocaFolha de S. Paulo, Gazeta do PovoJornal da Cidade, Jornal do CommercioJornal de JundiaíNexo JornalNova EscolaO Estado de S. PauloO Globo, O LivreO Povo, piauíPoder 360UOL, Valor Econômico e Zero Hora.

O que há de novo


Questionário a ser respondido por veículos que queiram aderir ao Credibilidade
  • Criado pelo Trust Project, a versão em português do questionário  já está disponível em nosso site. A ser preenchido por um representante do veículo, o questionário solicita, entre outras, informações sobre a organização mantenedora, tais como sua propriedade e estrutura corporativa; periodicidade e tipo de conteúdo produzido (notícia, opinião, conteúdo patrocinado, entre outros); padrões e compromissos editoriais (tais como os relativos a atribuição de fontes); política para correção e feedback
Lançamento da primeira fase do MVP via Trello
  • Seguimos planejando o evento que marcará o lançamento, na manhã do dia 8 de maio, da adoção de pelo menos três indicadores de credibilidade por veículos jornalísticos brasileiros. Aqui, a lista completa dos indicadores de credibilidade
  • Os representantes dos veículos adotantes serão convidados a exibir as respectivas interfaces e a debater a respeito com o jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, professor da USP e do Insper
  • A diretora do Trust Project, Sally Lehrman, será a principal oradora do evento. Após sua fala, Lehrman irá debater com o jornalista Daniel Bramatti, presidente da Abraji, e responder perguntas da plateia
  • No dia 9 de maio, Lehrman deve se encontrar com jornalistas representantes do nosso consórcio de mídia
  • O evento acontecerá no auditório do IFT, no campus da Unesp na Barra Funda, em São Paulo

ESTANTE VIRTUAL


Perto do DF, habitantes de "deserto de notícias" se informam via boca a boca e redes sociais
Sem jornal, rádio ou TV, em Cidade Ocidental, as informações de interesse público são produzidas sem protocolos jornalísticos
Em reportagem especial do projeto Atlas da Notícia para o Observatório da Imprensa, a dupla de repórteres Elvira Lobato (texto) e Ana Terra Athayde (vídeo e fotos), foi enviada ao município goiano de Cidade Ocidental, a 50 km da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

"Uma distância abissal separa a cidade dormitório de 70 mil habitantes da capital do país: uma é o epicentro do poder e vive 24 horas por dia sob o foco da imprensa. A outra é um deserto de notícias," diz a reportagem.

De acordo com a metodologia do Atlas da Notícia, um deserto de notícias é um município que não tenha ao menos um veículo de imprensa que produza conteúdo local de interesse público e regularmente pelo menos quinzenalmente.


Em Cidade Ocidental, não há jornais impressos com periodicidade regular, emissoras de rádio ou TV. Neste vácuo informativo, os habitantes se informam via boca a boca, pelo Facebook ou WhatsApp, seja para compartilhar informações, reclamar de falhas do serviço público, organizar protestos e festas comunitárias. Mas a população segue privada de informações produzidas com protocolos jornalísticos – tais como ouvir os outros lados da história e correção de erros – sobre a gestão municipal.

Publicado desde 2017, o Atlas da Notícia é um projeto do Projor cujo levantamento e análise anual dados são realizados pela agência Volt Data Lab. Desde 2018, o projeto é financiado pelo Facebook.

 
Poynter monitora ações governamentais contra desinformação

Reprodução / Instituto Poynter

O pesquisador Daniel Funke, do Instituto Poynter, criou um monitor global de ações governamentais focadas no combate à desinformação. O panorama resultante indica que no Brasil as principais ações se concentram em três iniciativas: criação de uma força-tarefa, tramitação de cerca de vinte projetos de lei no Congresso Nacional e acordos firmados com plataformas tecnológicas. Já o Reino Unido, cujo governo encomendou o recém-publicado relatório The Cairncross Review, dispõe de uma série de ações que vão de programas governamentais de educação midiática a audiências públicas com executivos de plataformas.

Segundo Funke, “do Brasil à Coreia do Sul, esses esforços levantam questões sobre a violação das garantias de liberdade de expressão e são frequentemente vítimas de incertezas. A complexa definição de notícias falsas, cujo alcance relativo ainda está sendo estudado, dificulta a capacidade do governo de realizar qualquer coisa eficaz."
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