Copy
Edição 26 | Janeiro de 2019
Temos a dupla missão de refletir sobre a fragmentação noticiosa no meio digital e de criar ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo confiável e de qualidade na internet. 

Nosso consórcio de mídia: AbrajiAgência Lupa, Agência Mural, ÉpocaFolha de S. Paulo, Gazeta do PovoJornal da Cidade, Jornal do CommercioJornal de JundiaíNexo JornalNova EscolaO Estado de S. PauloO Globo, O LivreO Povo, piauíPoder 360UOL, Valor Econômico e Zero Hora.

O que há de novo


Documentação e validação da primeira fase do MVP via Trello
  • Estamos trabalhando com os veículos de nosso consórcio de mídia no processo de documentação e validação da implementação da primeira fase do MVP (Mínimo Protocolo Viável) do sistema de indicadores de credibilidade
  • Nesta primeira fase, o MVP prevê a adoção de três indicadores: Melhores Práticas, Autor/Produtor e Tipo de Matéria. Parte dos adotantes iniciais brasileiros deverá adotar mais indicadores além do MVP até o lançamento. Aqui, a lista completa dos indicadores de credibilidade
  • A documentação e validação cobre as declarações dos veículos sobre padrões editoriais e compromisso público, interfaces (UX) e respectivos códigos de marcação, no padrão XML Schema
  • Criamos projetos de acompanhamento na plataforma Trello para todos os 19 veículos associados ao Credibilidade, encorajando a adoção de pelo menos o indicador Tipo de Matéria, com etiquetas diferenciando notícia, análise e opinião, entre outros gêneros

  •  

Reprodução do dashboard do Trello para o MVP do Projeto Credibilidade
 


 

The Trust Project

Sally Lerhman em palestra na Associção de Imprensa de Madri / Foto: reprodução 
 
 
Como combater a desinformação na internet
 
Em palestra durante a conferência anual da Associação de Imprensa de Madri, em 4 de dezembro, a diretora do Trusta Project, Sally Lehrman, associou a adoção do sistema de indicadores de credibilidade ao enfrentamento da desinformação digital. Segundo Lehrman, é fundamental que "o público diferencie o jornalismo de qualidade daquilo que não o é."

Ela acrescentou que os indicadores de credibilidade visam também "amplificar o compromisso do jornalismo com transparência, precisão, inclusão e imparcialidade, para que o público possa tomar decisões bem informadas."

ESTANTE VIRTUAL


Relatório faz recomendações para maior transparência ao Facebook

Reprodução do relatório das universidades
de Oxford e Stanford

Realizado em parceria entre o Instituto Reuters, sediado na Universidade Oxford, e a Universidade Stanford, o relatório Glasnost! Nove maneiras para que o Facebook se torne um fórum melhor para a liberdade de expressão e a democracia tem a autoria de Timothy Garton Ash, Robert Gorwa e Danaë Metaxa. O trabalho, que contou a contribuição de executivos do Facebook, como Monika Birk, se concentra em três eixos - abaixo, com as respectivas recomendações:
  • Política para conteúdo e moderação de discurso político
       - Aumentar o rigor em suas Normas da Comunidade sobre discurso de ódio
       - Contratar mais e revisores de conteúdo especializados em cultura 
       - Aumentar a "transparência na tomada de decisões"
       - Expandir e melhorar o processo de apelação [para conteúdos removidos]
  • Feed de notícias: rumo a uma informação política mais diversa e confiável
         - Fornecer controles significativos do feed de notícias para usuários
         - Expandir as iniciativas de produção de contexto e verificação de fatos
  • Governança: da transparência à prestação de contas
          - Estabelecer mecanismos regulares de auditoria
          - Criar um grupo consultivo externo para política de conteúdo 
          - Estabelecer um órgão  relevante de apelação externa 


Cinco lições para reportar na era da desinformação 

Processo da amplificação da desinformação/ Reprodução: First Draft

Em artigo no site Medium, Claire Wardle, diretora executiva do First Draft, alerta jornalistas para o fato de que "agentes da desinformação usam espaços no meio digital de forma anônima para espalhar rumores e conteúdo fabricado, na esperança de, eventualmente, atingir os veículos de notícias profissionais." Segundo Wardle, há cinco estratégias capazes de evitar a amplificação de falsidades e também a manipulação de jornalistas e respectivos veículos: 

1. Esteja preparado: treine sua redação em táticas e técnicas de desinformação
2. Seja responsável: não dê oxigênio adicional à desinformação
3. Esteja atento: compreenda as implicações de um público no formato de rede
4. Explique: não atue como um estenógrafo (desmascare, contextualize e evite replicar o conteúdo falso)
5. Vacine: produza mais reportagens que ajudem a explicar temas que são frequentemente abordados em campanhas de desinformação
Copyright © 2018 | Projeto Credibilidade. Todos os direitos reservados.
Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo - Projor
Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia - Unesp


Quer alterar a forma como você recebe esse email?
Você pode atualizar suas preferências or cancelar o recebimento






This email was sent to <<Email Address>>
why did I get this?    unsubscribe from this list    update subscription preferences
Projeto Credibilidade · Av. Brigadeiro Faria Lima, 1461 – 6o. andar – sala 01 · São Paulo, SP 01452-002 · Brazil

Email Marketing Powered by Mailchimp