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Hoje, 1° de abril, faz exatamente 150 anos do nascimento da Georgine Mongruel na cidade belga Charleroi. Sob a tutela do avô, desenvolveu apurada formação musical e ao completar 21 anos, Georgine diplomou-se pela Escola de Música e Belas-Artes de Paris. Retornou à Bélgica onde estudou na Universidade de Mons, Matemática e Humanidade, formando se em 1885. 

No mesmo ano, começou a trabalhar como redatora dos jornais Moniteur Universel, de Bruxelas, e do Mercure de France. Casou-se em 1885 com Hyacinthe Dieudonné. Em 1886 nasceu o filho Georges, mas quatro anos depois, enviuvou. Um segundo casamento, em 1890, com o engenheiro e comerciante parisiense, Maurice Émile Mongruel, troçou-lhe ao destino do Brasil. Vieram a se fixar em São Paulo, no começo de 1891. Lá, nasceu-lhes o filho Roberto Emílio.
Compositora eximia, musicou versos de Ismael Martins, Guerra Junqueiro e Emiliano Perneta. Foi correspondente de periódicos em Paris, Bélgica, Argentina, Uruguai, Rio de Janeiro e Curitiba, entre outros, o jornal Diário da Tarde e a revista Fon-Fon.

Fundadora do Colégio Paranaense de Curitiba em 1916, foi também presidente de honra do Instituto Neopitagórico, sócia correspondente da Academia de Letras José de Alencar, membro fundadora do Centro de Letras do Paraná e patrona da Academia Feminina de Letras do Paraná (Cadeira nº 5). 

Mudou-se para Rio de Janeiro em 1922, aos 61 anos, onde lecionava no Colégio Anglo-Americano e no Curso de Secretariado Feminino. Defendia o direito da mulher à educação e ao trabalho, mas opunha-se às sufragistas.
A sua produção literária, escrito em francês, quase toda se volta para a poesia. Em 1950, em Paris, recebeu a Medaille Civile Nationale Française, pelo mérito revelado no estrangeiro.

Faleceu em 26 de dezembro de 1953, aos 92 anos, no Rio de Janeiro.
A poeta foi honrada com a "Rua Georgina Mongruel" na cidade de São Paulo, do Bairro Jardim São João (São Rafael).


Marc Storms
 

DESLEECLAMA e IMPEXTRACO patrocinam futura exposição - Junta-se a elas! 

Agradecemos muito as empresas Desleeclama e Impextraco pelos seus patrocínios ao projeto da exposição “Passado e presente: memória e presença dos descendentes de imigrantes da colônia belga Ilhota – Santa Catarina”, aprovado pela Lei Rouanet em 2020. Esse projeto foi elaborado por Marc Storms, conjuntamente com a Associação Ilha Belga e contará as memórias e histórias da colônia belga fundada em 1844 na cidade de Ilhota.  

Ainda buscamos outros patrocinadores para completar o orçamento da exposição. Empresas podem patrocinar com isenção fiscal para o projeto que foi aprovado pela Lei Rouanet com número 201835. Entre em contato para obter mais informações sobre como fazer parte deste resgaste importante para as histórias da Bélgica e do Brasil! 

Apoie o mapeamento histórico e cultural da atuação das empresas belgas no Brasil

Empresas belgas deixaram e ainda deixam traços materiais de suas atividades e criatividade no Brasil. Referimos-nos, entre outros, à pontes, estradas de ferro, estações e material rodante ferroviário, ladrilhos e azulejos, vitrais e esculturas.

Um inventário dessa herança histórica está sendo criado e pode ser visto no site do Belgian Club Brasil em http://www.belgianclub.com.br. Novas descobertas estão constantemente sendo incluídas no site.
Esta iniciativa tem sido apoiada por trabalho voluntário como por exemplo traduções, edições de textos e fotografias, e patrocinadores. Estamos muito agradecidos à Barry Callebaut, nosso patrocinador atual. Gostaríamos muito de contarmos, em breve, com o nome e logotipo da sua empresa no site. Mais e detalhadas explicações sobre nossa política de patrocínio podem ser encontradas na página http://www.belgianclub.com.br/pt-br/patrocinador.
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