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O pintor e escultor belga Adrien Van Emelen estudou com famosos mestres europeus, como Constantin Meunier e Auguste Rodin. Vítima da Primeira Guerra Mundial, decidiu emigrar com a família para São Paulo aonde chegou em 1920, nos anos iniciais da industrialização e do auge do café, e, permaneceria até sua morte, em 1943. 

Além de muitas esculturas importantes, van Emelen pintou muitas obras e era especialista em ressaltar a expressão das pessoas retratadas. Com fundo neutro, ele destacava o olhar da pessoa representada, seja quem fosse: familiares, professores, líderes políticos, religiosos, caboclos ou povos indígenas. 

Nós sabemos que, pela importância no cuidado com a terra e a cultura, todos os dias são “dia de índio” e a música popular brasileira reforça essa perspectiva toda vez que ouvimos a música de Baby do Brasil, “Todo dia era dia de índio”.  Mas como tradicionalmente no Brasil, o dia 19 de abril é conhecido no calendário e nas escolas como o “Dia do índio”, gostaríamos de homenagear a tenacidade pela vida desses povos e compartilhar algumas das suas pinturas.  


Coleção Elisiário Dupas no Museu Paulista, 19725


Coleção Elisiário Dupas no Museu Paulista, 19721
No livro Ad. H. van Emelen: A trajetória de um artista belga em São Paulo, de autoria de Marc Storms, a professora Heloisa Barbuy comenta que: 
“Mesmo nos índios, em cujos retratos chamam a atenção os acessórios corporais que usam, o que domina a pintura é a expressão de cada um. Pode-se dizer que o pintor dedicou a registrar “estados d’alma”, que procuramos de algum modo traduzir em palavras: alegria, sorriso interior, preocupação”.


O livro destaca, com muitas fotos, as suas obras tanto na Bélgica, como no Brasil e está à venda por R$ 70,00, frete incluído para o Brasil. Solicite o seu exemplar via http://www.belgianclub.com.br/pt-br/content/comprar-livros

DESLEECLAMA e IMPEXTRACO patrocinam futura exposição - Junta-se a elas! 

Agradecemos muito as empresas Desleeclama e Impextraco pelos seus patrocínios ao projeto da exposição “Passado e presente: memória e presença dos descendentes de imigrantes da colônia belga Ilhota – Santa Catarina”, aprovado pela Lei Rouanet em 2020. Esse projeto foi elaborado por Marc Storms, conjuntamente com a Associação Ilha Belga e contará as memórias e histórias da colônia belga fundada em 1844 na cidade de Ilhota.  

Ainda buscamos outros patrocinadores para completar o orçamento da exposição. Empresas podem patrocinar com isenção fiscal para o projeto que foi aprovado pela Lei Rouanet com número 201835. Entre em contato para obter mais informações sobre como fazer parte deste resgaste importante para as histórias da Bélgica e do Brasil! 

Apoie o mapeamento histórico e cultural da atuação das empresas belgas no Brasil

Empresas belgas deixaram e ainda deixam traços materiais de suas atividades e criatividade no Brasil. Referimos-nos, entre outros, à pontes, estradas de ferro, estações e material rodante ferroviário, ladrilhos e azulejos, vitrais e esculturas.

Um inventário dessa herança histórica está sendo criado e pode ser visto no site do Belgian Club Brasil em http://www.belgianclub.com.br. Novas descobertas estão constantemente sendo incluídas no site.
Esta iniciativa tem sido apoiada por trabalho voluntário como por exemplo traduções, edições de textos e fotografias, e patrocinadores. Estamos muito agradecidos à Barry Callebaut, nosso patrocinador atual. Gostaríamos muito de contarmos, em breve, com o nome e logotipo da sua empresa no site. Mais e detalhadas explicações sobre nossa política de patrocínio podem ser encontradas na página http://www.belgianclub.com.br/pt-br/patrocinador.
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