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Outono em Jazz · 16–23 outubro

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O Outono em Jazz está de regresso com propostas desafiantes que pode consultar nesta newsletter exclusivamente dirigida a assinantes de jazz. Por ser o seu caso, temos o prazer de lhe oferecer 50% de desconto na compra de bilhetes para qualquer dos concertos. Aproveite e desfrute ao máximo desta edição do festival.

CÓDIGO PROMOCIONAL: OUTONOEMJAZZ21
Código válido para compras online e na bilheteira da Casa da Música, até um máximo de 2 bilhetes por pessoa.
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Super Bock
O reflexo da lua na água como se formasse uma estrada de luz, ou simplesmente “mängata” em sueco. O tempo necessário para comer uma banana, ou “pisan zapra” em malaio. Foi em palavras intraduzíveis de vários idiomas que André Carvalho se inspirou para o seu mais recente projecto, Lost in Translation. Palavras que “podem ser a solução para coisas em que sempre pensámos, mas nunca soubemos como lhes chamar. Ou que podem significar algo em que nunca pensámos, abrindo a nossa mente e cultivando a imaginação.” Ao entusiasmo de aprender novas palavras, soma-se o de acrescentar música ao processo. O novo disco de André Carvalho, agora lançado pela Outside in Music, é uma versão sonora das palavras e ideias que o fascinaram, explorando referências da música improvisada, experimental e clássica contemporânea. O contrabaixista e compositor faz-se acompanhar por José Soares (saxofone) e André Matos (guitarra), com quem tem uma grande empatia resultante de longos anos de partilha musical.
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O encontro entre o baterista João Pais Filipe e o mago da electrónica Burnt Friedman teve um primeiro registo físico com a edição de Eurydike, pela Nonplace. O split-EP incluiu dois temas gravados por este duo e outros dois captados em 2016 por Friedman com o lendário baterista alemão Jaki Liebezeit (fundador da banda de rock experimental Can). No duo com Pais Filipe, mantém-se o interesse de Friedman pela percussão, assumido numa música que explora todas as suas particularidades tímbricas, harmónicas e rítmicas em conluio com processos electrónicos, num fluxo hipnótico e circular de (falsa) repetição que os próprios denominam “automatic music”. Conhecido pelos seus trabalhos a solo, o percussionista João Pais Filipe tem integrado projectos como HHY & The Macumbas, CZN e Paisiel, e colaborado com Z’EV, Fritz Hauser e Manongo Mujica. Já Burnt Friedman, com uma carreira que remonta ao final da década de 70 com os TOXH em duo com Wolfram Spyra, tem sido incansável na criação de possíveis futuros através de projectos tão meritórios como Some More Crime, Drome, Nonplace Urban Field, Flanger (ao lado de Atom Heart) ou Nine Horses com David Sylvian.
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Marco Barroso reuniu o seu ensemble L.U.M.E. para gravar Las Californias (Clean Feed), lançado precisamente este mês de Outubro. O terceiro disco de originais da formação, que assinala o seu 15.º aniversário, dramatiza e ironiza práticas e vocabulários que passam pelo jazz, pelo rock e pela música erudita, mas está também impregnado de contemporaneidade: “uma espécie de antídoto para o mundo em que hoje vivemos”. O disco apresenta paisagens irreais, de memórias e sonhos perdidos que pairam sobre os escombros de uma realidade imaginada, percorrendo estados de alma díspares. O regresso ao Outono em Jazz de um ensemble original e desafiante, que tem conquistado a crítica enquanto procura abrir novas perspectivas estéticas para o universo das big bands.

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O septeto Omniae Ensemble de Pedro Melo Alves tornou-se muito rapidamente uma referência do jazz feito em Portugal. Conquistou o Prémio de Composição Bernardo Sassetti 2016 e figurou nas listas de melhores discos do ano, graças à junção de músicos talentosos com a escrita prodigiosa de um jovem compositor. A proposta que traz ao Outono em Jazz resultou de um convite do festival Guimarães Jazz 2020: o septeto expande-se para um conjunto atípico de 22 músicos, reunindo nomes que têm marcado a actual música improvisada, experimental e erudita contemporânea em Portugal, com a direcção do maestro Pedro Carneiro. Com um álbum prestes a ser lançado pela Clean Feed, esta é uma face poderosa da música de Pedro Melo Alves, um compositor heterodoxo criador de uma música alinhada com as tendências estilisticamente desterritorializadas do século XXI.

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É a liberdade holística do clássico trio de jazz que aqui se sublima, segundo a inquietação impressionista de João Lencastre – baterista e compositor que soma duas décadas de entrega à música em palcos de todo o mundo. Com um percurso de 15 anos, o seu projecto Communion já recrutou instrumentistas como Bill Carrothers, David Binney ou Thomas Morgan, e mais recentemente Jacob Sacks e Eivind Opsvik – resultando em dois discos lançados pela Clean Feed e apreciados pela crítica nacional e internacional. Nesta nova encarnação do trio, Lencastre cruza-se com a escrupulosa expressão geométrica do contrabaixista americano Drew Gress (que gravou com gigantes como Uri Caine, Dave Douglas, Marc Copland, John Abercrombie, Steve Lehman ou Tim Berne) e com a agilidade exploratória do pianista argentino Leo Genovese (presença fulcral em colectivos liderados por Esperanza Spalding, Joe Lovano, Jack DeJohnette ou Sara Serpa). 

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O panorama musical brasileiro do final dos anos 80 foi marcado pela fusão singular de jazz e MBP da Banda Zil. Em 1987, lançou um disco influenciado tanto pela música instrumental da época como pela tradição da canção brasileira. O projecto foi de curta duração, mas o seu legado perdura e tornou inevitável o reencontro destes músicos de excepção – entretanto com firmes carreiras a solo. Com um concerto especial em Juiz de Fora (Minas Gerais), em 2016, o septeto retomou o repertório e mostrou que as interpretações amadureceram, justificando uma nova vida. O reencontro pode ouvir-se no DVD Zil ao Vivo e, melhor ainda, nesta apresentação histórica que fecha em grande o Outono em Jazz e antecipa um novo disco a gravar em Portugal.
Na primeira parte deste concerto, um trio de jazz invulgar formado por nomes incontornáveis do panorama musical português. Partindo de composições próprias ou pedidas emprestadas às tradições populares, o TGB – Tuba, Guitarra e Bateria conta com uma original combinação de instrumentos que usa de modo não menos criativo, patente nos seus três discos já aclamados pela crítica e, seguramente, no novo álbum a lançar neste último trimestre. Música sem fronteiras, indomável, que nos interpela despertando emoções antes desconhecidas.
 

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Todos os dias: 10:00 – 18:00
Dias de Espectáculo: Edifício aberto até ao final do espectáculo, bilheteira até meia hora após o seu início.
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